The pursuit of voluntary sterilization: realities and challenges of tubal ligation
DOI:
https://doi.org/10.5327/prmj.917Keywords:
sterilization, tubal, contraceptive effectivenessAbstract
Purpose: To highlight the critical issues related to the lack of information about tubal ligation. Methods: This is an experience report conducted in a public hospital, in the high-risk prenatal care sector. The steps of the Maguerez Arch were followed: observation of the reality in the prenatal outpatient clinic, information gathering and hypothesis formulation, theorization on tubal ligation, intervention planning with the production of an informational leaflet and an educational lecture, and, finally, implementation of the action through content presentation and a discussion circle with the participants. Results: It was observed that pregnant women lacked the necessary information to request tubal ligation. Therefore, a presentation was held in the prenatal consultation waiting room, covering the main topics related to this procedure. Conclusion: The participation of the attending community aligned with the expectations set for the activity, including relevant questions, experience sharing, and dialogue with qualified professionals. The initiative aimed to clarify for pregnant women the methods of definitive and safe pregnancy prevention. This experience was extremely important for the academic development of the students and held significant value for the nursing role, especially in the context of nursing consultations as the initial step for the informed consent protocol.
Downloads
References
Berbel NAN. A metodologia da problematização com o Arco de Maguerez: uma reflexão teórico-epistemológica. Londrina: Eduel; 2012.
Cândido LA. Esterilização feminina voluntária: análise da autonomia da mulher no processo de tomada de decisão, a partir da Lei n. 9.263/1996 [trabalho de conclusão de curso online]. João Pessoa: Universidade Federal da Paraíba; 2020 [acessado em 27 ago. 2025]. Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/22173
Chediek JSRG. A Lei 14.443/22 e o fim da necessidade de consentimento do cônjuge para a esterilização: reflexões à luz do princípio constitucional da igualdade entre homens e mulheres e do direito à autonomia existencial. In: Tepedino G, Almeida V (Eds.). Direito das famílias, revolução biotecnológica e igualdade de gênero: trajetórias do direito civil [Internet]. São Paulo: Revista dos Tribunais; 2023 [acessado em 27 ago. 2025]. p. 399-410. Disponível em: https://vlex.com.br/vid/lei-14-443-22-941980097
Santos SR. Acesso à informação sobre métodos contraceptivos no Brasil: um desafio à autonomia reprodutiva. Rev Bras Enferm. 2021;74(Supl .1):e20201234.
Organização das Nações Unidas (ONU). Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 3: Saúde e Bem-estar [Internet]. ONU; 2020 [acessado em 27 ago. 2025]. Disponível em: https://sdgs.un.org/goals/goal3
Brasil. Ministério da Saúde. Laqueadura também é indicada quando a gestação coloca a mulher em risco [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; 2022 [acessado em 27 ago. 2025]. Disponível em: https://www.gov.br/saudesuplementar/pt-br/assuntos/noticias/2022/outubro/laqueadura-tambem-e-indicada-quando-a-gestacao-coloca-a-mulher-em-risco
Rego MLF, Oliveira LP, Araújo AMC, Silva TF, Lima RS, Andrade MJ, et al. Laqueadura tubária no Brasil antes e após a nova lei: um estudo ecológico de série temporal. Rev Ciênc Med Biol. 2024;23(3):642-7. https://doi.org/10.9771/cmbio.v23i3.61764
Paz CVO, Breval JB, Almeida FA. Um panorama sobre acesso e utilização de método contraceptivo definitivo na Região Norte nos últimos 5 anos. In: Anais da Jornada Acadêmica de Gestão Organizacional [Internet]. Belém: Doity; 2024 [acessado em 27 ago. 2025]. Disponível em: https://doity.com.br/anais/jago2024/trabalho/367385
Barbosa LF, Barbosa RM, Moura L, Ramos PL, Dias CR, Albuquerque RM, et al. Arrependimento após a esterilização feminina no Brasil. Rev Bras Saúde Mater Infant. 2009;9(2):179-88. https://doi.org/10.1590/S1519-38292009000200007
Heilborn ML, Portella AP, Brandão ER, Cabral CS. Assistência em contracepção e planejamento reprodutivo na perspectiva de usuárias de três unidades do Sistema Único de Saúde no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Cad Saúde Pública. 2009;25(Supl. 2):S269-S278. https://doi.org/10.1590/S0102-311X2009001400009
Almeida WM de O, Andrade LD, Pimentel MSSM, Nunes TS, Oliveira GMR de, Santana BO, et al. Esterilização cirúrgica no Brasil, antes e depois da Lei 14.443/2022. REASE. 2024;10(8):3153-65. https://doi.org/10.51891/rease.v10i8.15455
Narvaes JVR, Laverde LC, Pegoraro KA, Ishiwaki AM, Chueiri G de AF, Moreti AB, et al. Uma revisão integrativa a respeito de métodos contraceptivos. Arq Ciênc Saúde Unipar. 2024;28(1):412-34. https://doi.org/10.25110/arqsaude.v28i1.2024-10947
Nascimento L da CC, Santos BCM, Alencar NBM de, Silva JC da, Magalhães IBM, Dantas RD, et al. Salpingectomia bilateral oportunista: medida preventiva para câncer de ovário em pacientes submetidas à esterilização tubária por ocasião do planejamento familiar. REASE. 2025;11(6):2465-77. https://doi.org/10.51891/rease.v11i6.19853

