Perfil Epidemiológico da Sífilis Congênita na Região Norte Entre 2019 A 2024

Autores

  • Gleydson Tavares Pantoja Universidade da Amazônia
  • GUILHERME COSTA DE SOUSA Universidade da Amazônia
  • José Marcos Carvalho Cardoso Universidade da Amazônia
  • Layza Freitas Chaves Universidade da Amazonia
  • Luanna Rafaela Moia Batista Universidade da Amazônia
  • Luciana Pinto Oliveira Instituto Evandro Chagas
  • Nicoly Kaira Carneiro da Silva Universidade da Amazônia
  • Valdeir Dener Monteiro Dos Santos Universidade da Amazônia
  • Yara Camile Pereira Marques Universidade da Amazônia

DOI:

https://doi.org/10.5327.prmj.357

Palavras-chave:

sífilis congênita, saúde preventiva, epidemiologia

Resumo

Introdução:A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) ocasionada pela bactéria Treponema pallidum, tendo como principais formas de transmissão a Sífilis adquirida, Sífilis congênita e Sífilis latrogênica. A sífilis congênita é uma infecção que ocorre quando a gestante transmite a doença para o feto. A infecção materna não tratada leva a resultados adversos na gravidez, incluindo perda fetal precoce, prematuridade, baixo peso ao nascer e doença congênita entre recém-nascidos(Maciel et al., 2023). É uma doença curável, mas pode ser grave se não tratada. Objetivo: Identificar o perfil epidemiológico dos casos de Sífilis congênita entre os anos de 2019 a 2024. Material e Métodos:Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo-analítico desenvolvido na plataforma do SINAN sobre Sífilis Congênita entre o período de 2019 a 2024, em que foram escolhidas as seguintes variantes da doença: faixa etária, raça, região e ano, foi realizada através da busca dos dados secundários disponibilizados pelo Ministério da saúde.Resultados:No período da pesquisa tivemos um total de 12.892 (100%) infectados com Sífilis Congênita. Sendo o ano de notificação de 2023 que representa o maior índice com 2.430 (18,84%) contaminados, por conseguinte em 2024, teve uma redução dos casos com 1.356 (10,51%). A região que apresenta o maior índice de casos é o Pará, totalizando 5.727 (44,42%) de infectados. A faixa etária com maior número de casos,entre 20 e24 anos, registrou 627(4,86%) ocorrências, e da raça parda em destaque com 1.197 (9,28%) de ocorrências.Conclusão: Esta análise atingiu seu objetivo, visto que foram levantados os dados do perfil epidemiológico dos casos de Sífilis Congênita entre os anos de 2019 a 2024. A partir do estudo da doença, conseguiu-se verificar que os casos têm maior índice em gestantes pardas e faixa etária entre 20 a 24 anos. A pesquisa destaca a importância da notificação da doença para que as ações de prevenção e tratamento sejam realizadas de forma adequada à realidade da patologia.

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Referências

MACIEL, D. P. A. et al. Mortalidade por sífilis congênita: revisão sistemática. Revista Multidisciplinar em Saúde, v. 3, p. 106–116, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.51161/integrar/rems/3655. Acesso em: 02 mar. 2025.

FRANCO, C. G. de G. et al. Situação epidemiológica da sífilis: adquirida, congênita e em gestantes no Estado de Goiás, 2018-2023. Goiás: Secretaria de Estado da Saúde, 2024. Disponível em: https://goias.gov.br/saude/wp-content/uploads/sites/34/files/boletins/epidemiologicos/sifilis/2024/boletim-sifilis-2018-2023.pdf. Acesso em: 02 mar. 2025.

MATOS, N. B. et al. Sífilis congênita: estudo de caso. REVISA, v. 13, n. 2, p. 622–632, 2024. Disponível em: https://rdcsa.emnuvens.com.br/revista/article/view/199. Acesso em: 03 mar. 2025.

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Publicado

14.01.2026

Como Citar

Tavares Pantoja, G., COSTA DE SOUSA, G., Marcos Carvalho Cardoso, J., Freitas Chaves, L., Rafaela Moia Batista, L., Pinto Oliveira, L., Kaira Carneiro da Silva, N., Dener Monteiro Dos Santos, V., & Pereira Marques, Y. C. (2026). Perfil Epidemiológico da Sífilis Congênita na Região Norte Entre 2019 A 2024. Pará Research Medical Journal, 9(SUPL). https://doi.org/10.5327.prmj.357

Edição

Seção

Resumos Congresso da Santa Casa do Pará