Impactos da Paralisia Cerebral na Qualidade de Vida: Uma Análise Abrangente
DOI:
https://doi.org/10.5327.prmj.688Palavras-chave:
paralisia cerebral, qualidade de vida, reabilitaçãoResumo
Introdução: A paralisia cerebral é a deficiência motora infantil mais comum, resultante de lesão cerebral precoce, frequentemente por hipóxia perinatal. Afeta mais de 17 milhões de pessoas no mundo e 30 mil novos casos surgem anualmente no Brasil, com gravidade variável conforme o comprometimento motor, cognitivo e sensorial. Objetivo: Proporcionar assistência médica humanizada e especializada a um paciente com paralisia cerebral em atendimento domiciliar. Relato de Experiência: Durante a visita domiciliar, WNS, 35 anos, foi diagnosticado na infância com paralisia cerebral por hipóxia perinatal em gestação gemelar de 28 semanas. Aos 7 meses, apresentou atraso motor, dificuldade para engatinhar e joelho valgo, necessitando apoio para locomoção. Foi submetido a cirurgias corretivas e fisioterapia. Os principais desafios foram o deslocamento para consultas e a falta de suporte contínuo, agravada pela ausência de rede de apoio e infraestrutura adequada. Reflexão sobre a experiência: A condição afetou seu desenvolvimento global, agravado por fatores socioeconômicos e familiares. Destaca-se a importância de uma abordagem integral, considerando suas queixas para reduzir dificuldades individuais e coletivas. Conclusão: É essencial melhorar a assistência a pessoas com necessidades especiais, garantindo acesso ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento, além de aprimorar a gestão e o suporte no sistema de saúde.
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Referências
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