CONSUMO DE FÓRMULAS INFANTIS EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE REFERÊNCIA MATERNO-INFANTIL EM BELÉM, PARÁ

Autores

  • Ana Flávia Brito Gonçalves Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará
  • Ana Yasmim Oliveira Rodrigues
  • Isabelly Victoria da Cruz Pantoja da Silva
  • Isabella da Silva Damasceno
  • Lana Shaisi Oliveira Canuto
  • Caroline Marry Vaz Lavareda
  • Ciléa Maria Ozela

DOI:

https://doi.org/10.5327.prmj.679

Palavras-chave:

fórmulas infantis, serviços de saúde materno-infantil, maternidades

Resumo

Introdução: Fórmulas infantis (FIs) são substitutos do leite materno, indicadas para
bebês que não podem receber o leite materno ou necessitam complementar a
amamentação. Essas Fls são desenvolvidas com tecnologias avançadas, apresentando
composições cada vez mais elaboradas. São vários tipos de FIs, entre eles: partida,
seguimento, elementar, semi-elementar, características especiais (para recém-nascidos
prematuros, hipoalergênicas), entre outros. Objetivo: Analisar o perfil de consumo de FIs
em um hospital público de referência materno-infantil. Metodologia: Trata-se de um
estudo quali-quantitativo. Os dados analisados foram extraídos de planilhas próprias de
controle de consumo de fórmulas, elaboradas no software editor de planilhas Microsoft
Excel®
. O período analisado é referente aos meses de janeiro a dezembro de 2024.
Resultados: O hospital do presente estudo apresenta a média de 800 partos/mês,
constituindo-se a maior maternidade do norte do Brasil, com oferta de serviços como
Unidade de Terapia Intensiva neonatal e outros cuidados especializados. Nesse contexto,
em 2024, o consumo total de FIs foi de 15.215 litros, distribuídos entre os tipos: fórmulas
de partida (33,32%), especiais (33,12%), elementares e semi-elementares (28,07%)
enquanto as fórmulas de seguimento foram 5,45%. O alto consumo de fórmulas de
partida reflete a demanda da unidade, referência materno-infantil, com prescrições na
pediatria e neonatologia, bem como o perfil atendido. O volume total expressivo de
fórmulas produzidas pode estar relacionado à captação insuficiente de leite humano pelo
Banco de Leite Humano do referido hospital, à falta de conscientização das puérperas
acerca do aleitamento materno, falta de apoio da equipe multiprofissional à
amamentação, bem como as necessidades específicas de cada bebê. Conclusão: Logo,
percebe-se que as fórmulas infantis são essenciais para recém-nascidos que necessitam
de suporte nutricional adequado, bem como reforça-se a necessidade de proteger,
promover e apoiar o aleitamento materno na instituição.

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Publicado

14.01.2026

Como Citar

Brito Gonçalves, A. F., Oliveira Rodrigues, A. Y., da Cruz Pantoja da Silva, I. . V., da Silva Damasceno, I., Shaisi Oliveira Canuto, L., Vaz Lavareda, C. M., & Maria Ozela, C. (2026). CONSUMO DE FÓRMULAS INFANTIS EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE REFERÊNCIA MATERNO-INFANTIL EM BELÉM, PARÁ. Pará Research Medical Journal, 9(SUPL). https://doi.org/10.5327.prmj.679