DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DO DIABETES MELLITUS NOS ESTADOS DO NORTE DO BRASIL E SUA RELAÇÃO COM OS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE (2024)
Palavras-chave:
doenças crônicas; fatores sociais; distribuição espacial da população; interferência.Resumo
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DO DIABETES MELLITUS NOS ESTADOS DO NORTE DO BRASIL E SUA RELAÇÃO COM OS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE (2024)
Sabrina Larissa Ribeiro Silva¹; Ana Paula Andrade Resende de Almeida¹; Brenda Arnund Lopes¹; Isabela de Luna Gonçalves Castañeda¹; Laíse Castro Weis¹; Luane de Souza Alves¹; Nathalya Beatriz Macedo Simões¹.
¹Centro Universitário do Estado do Pará (CESUPA)
Eixo - Saúde do Adulto
Introdução: O Diabetes Mellitus (DM) é uma condição clínica de origem múltipla, decorrente da incapacidade da insulina de exercer adequadamente sua função, seja por resistência ao seu funcionamento no corpo, seja por deficiência desse hormônio no organismo. Essa incapacidade pode causar um estado de hiperglicemia permanente e acarretar graves consequências à saúde. Tal doença apresenta um comportamento diferenciado entre os Estados da região norte do Brasil por conta dos determinantes sociais da saúde, o que impacta em termos de prevalência de tal comorbidade. Objetivo: Conhecer e evidenciar a prevalência do diabetes mellitus nos Estados da região norte do Brasil no ano de 2024. Material e Métodos: Consiste em um estudo observacional, transversal e descritivo por meio da análise de dados secundários, disponíveis no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde – SUS - quanto à prevalência de diabetes mellitus, nos sete Estados da região norte do país, no ano de 2024. Os resultados dizem a respeito do número de casos a cada 10.000 habitantes. Resultados: A observação e a análise realizadas, entre os dados dos estados nortistas, destacaram que o Amapá é o Estado que apresenta menor prevalência da referida doença com cerca de 51%; seguido do estado de Tocantins com 53,0%; Em seguida aparecem os estados de Acre com 65,1%; Roraima com 66,8% e Amazonas com cerca de 71,4%; os Estados com os maiores índices dessa prevalência são o Pará com 83,0% e Rondônia com 88,3%. Esses percentuais, de certa forma, refletem a perspectiva dos Determinantes Sociais da Saúde (DSS), em que se observa a interferência de fatores de ordem social como as limitações de acesso a serviços de saúde de qualidade. Conclusão: Esse estudo buscou atestar e destacar a importância de investigar a DM sempre associada aos DSS, a fim de proporcionar melhorias na indicação de estratégias de rastreio, prevenção e manejo, visto que alguns desses determinantes como vida econômica, serviços de saúde, cultura, saneamento básico e educação afetam a população de forma geral, no tocante ao desencadeamento de doenças crônicas, entre elas, a Diabetes Mellitus. Palavras-Chave: Doenças Crônicas; Fatores Sociais; Distribuição Espacial da População; Interferência.

