Pará Research Medical Journal
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista
<p>A <strong>Pará Research Medical Journal (PRMJ)</strong> é um periódico online publicado pela <a href="http://www.santacasa.pa.gov.br/index.php" target="_blank" rel="noopener">Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMPA)</a>, em acesso aberto e gratuito. A partir de 2026 o periódico passou para <strong>Qualis A3</strong> pela CAPES, com publicações anuais em fluxo contínuo, com a missão de difundir e divulgar conhecimento científico em áreas prioritárias da <strong>Saúde Pública na Amazônia</strong>, a PRMJ tem a perspectiva de contribuir com o debate qualificado, <strong>interdisciplinar</strong>, no âmbito da assistência e da gestão, beneficiando autores e leitores, bem como reconhecer seus avaliadores e seu corpo editorial.</p>Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMPA)pt-BRPará Research Medical Journal2594-4371Tendência temporal da Doença de Chagas Aguda no estado do Pará, 2008–2024
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1016
<p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a tendência temporal da incidência de Doença de Chagas aguda no estado do Pará, no período de 2008 a 2024, bem como avaliar possíveis mudanças estruturais associadas ao ano de 2020. <strong>Método: </strong>Estudo ecológico de série temporal com casos confirmados de Doença de Chagas aguda no Pará (2008–2024), obtidos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). As taxas anuais de incidência por 100.000 habitantes foram calculadas com base nas estimativas populacionais do IBGE. A tendência foi analisada por regressão de <em>Prais-Winsten</em>, com cálculo da variação percentual média anual (VPM). Realizou-se também análise de série temporal interrompida, considerando 2020 como ponto de inflexão. <strong>Resultados:</strong> Observou-se tendência crescente significativa no período total (β=0,07741; p<0,001), com VPM de 8,05% (IC95% 4,42–11,80). No período pré-2020, a tendência já era ascendente (β=0,10159; p<0,001). Em 2020 identificou-se redução abrupta no nível da série (β=-0,92968; p=0,0047), possivelmente relacionada a impactos indiretos da pandemia de COVID-19 sobre a vigilância epidemiológica. No período subsequente, verificou-se aceleração da tendência (β=0,18023; p=0,0308), sugerindo intensificação do padrão de crescimento. Esses achados são coerentes com o perfil epidemiológico amazônico, marcado pela relevância da transmissão oral e pela persistência de determinantes estruturais associados à cadeia produtiva de alimentos in natura. <strong>Conclusão: </strong>A Doença de Chagas aguda apresentou crescimento consistente no Pará, com mudança estrutural em 2020 e intensificação posterior, reforçando a necessidade de fortalecimento contínuo das estratégias de vigilância e controle.</p>Adriane Câmara de Oliveira PamplonaHenrique de Oliveira PereiraGeilizane Rodrigues de SousaWarley dos Santos PinheiroYasmin Esmeralda de Oliveira LisboaTamilis Feitosa Leal
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2026-07-312026-07-311010.5327/prmj.1016Educação continuada como estratégia para o controle da hipertensão arterial em comunidades ribeirinhas da Amazônia paraense
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1044
<p><strong>Objetivo:</strong> Desenvolver uma tecnologia educacional informativa (cartilha) sobre Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) voltada para a atualização de profissionais de saúde que residem e atuam nas comunidades ribeirinhas de Belterra, oeste do Pará. <strong>Método:</strong> Tratou-se de uma pesquisa-ação voltada às etapas de construção, desenvolvimento e validação de material educativo no formato de cartilha sobre hipertensão arterial e oferecimento de capacitação para os profissionais de saúde que atuam no combate à hipertensão nas comunidades ribeirinhas da Amazônia. <strong>Resultados:</strong> Foram obtidas informações, por meio dos profissionais de saúde (enfermeiros, médico e Agente Comunitário de Saúde — ACS) da área sobre as dificuldades relativas ao cuidado dos pacientes hipertensos dentro das comunidades ribeirinhas. Foi desenvolvida, por meio dessas informações, uma cartilha com validação e aplicação para os profissionais de saúde desta região e a doação de <em>kits</em> de aferição de pressão arterial, assim como capacitação para esses agentes de saúde. <strong>Conclusão:</strong> Neste estudo, identificaram-se as necessidades dos profissionais de saúde, principalmente do ACS, no decorrer do ano de 2024, no que direciona o atendimento da HAS nas áreas remotas da Amazônia brasileira.</p>Deliane dos Santos Soares RêgoFabiane Correa do NascimentoElaine Cristiny Evangelista dos ReisFlávia Garcez da Silva
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2026-07-312026-07-311010.5327/prmj.1044Prevalência do câncer de tireoide em homens atendidos em um hospital de referência em oncologia do estado do Pará
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1030
<p><strong>Objetivo:</strong> Analisar o perfil epidemiológico, clínico e terapêutico de pacientes do sexo masculino com diagnóstico de câncer de tireoide atendidos em um hospital de referência em oncologia no estado do Pará. <strong>Método:</strong> Estudo descritivo, retrospectivo e transversal, com abordagem quantitativa e qualitativa, realizado no Hospital Ophir Loyola, referência em oncologia no estado do Pará. Foram analisados prontuários de pacientes do sexo masculino diagnosticados com câncer de tireoide entre 2019 e 2023. As variáveis coletadas contemplam aspectos sociodemográficos, clínicos e terapêuticos. Os dados foram analisados no software JAMOVI. <strong>Resultados:</strong> Foram incluídos 86 casos válidos, correspondendo a uma prevalência de 11,3% entre os 760 registros de câncer de tireoide identificados no período. Houve seis óbitos, representando uma mortalidade de 7,0%, com média de idade de 66,3 anos e desvio-padrão de 15,5 anos. A média geral de idade dos pacientes foi de 51,5 anos, com desvio-padrão de 16,5 anos. A maioria dos pacientes residia no estado do Pará. O tipo histológico mais frequente foi o carcinoma papilífero, seguido pelo folicular. A tireoidectomia total foi o tratamento mais realizado, frequentemente associada à iodoterapia após a cirurgia. <strong>Conclusão:</strong> Apesar da menor incidência entre homens, o câncer de tireoide apresenta padrões clínicos relevantes, reforçando a importância de estratégias de rastreamento e diagnóstico precoce voltadas a esse grupo populacional.</p>Denison Leonardo de Jesus Souza Costa CostaBianca Karina Freitas GarciaWesley Gabriel Caldas de AlmeidaFernando Augusto Rodrigues Mello JúniorCarla de Castro Sant’ Anna
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2026-06-182026-06-181010.5327/prmj.1030Infecções virais e seus desfechos clínicos em receptores de transplante renal no Norte do Brasil
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1027
<p><strong>Objetivo:</strong> Identificar a ocorrência de infecções virais oportunistas e analisar sua associação com variáveis sociodemográficas, clínicas e terapêuticas em receptores de transplante renal em um hospital de referência no Norte do Brasil. <strong>Método</strong><strong>:</strong> Estudo transversal, analítico, descritivo e retrospectivo, realizado com 78 pacientes transplantados renais acompanhados entre janeiro de 2022 a junho de 2025. Foram coletados dados sociodemográficos, clínicos, laboratoriais e terapêuticos. As análises estatísticas incluíram frequências absolutas e relativas, teste exato de Fisher e regressão logística binomial, adotando-se p<0,05. <strong>Resultados:</strong> Observou-se prevalência de infecção viral em 71,8% dos pacientes, com predomínio do citomegalovírus. Não houve associação significativa entre variáveis sociodemográficas e ocorrência de infecção viral (p>0,05). Verificou-se associação significativa entre regimes imunossupressores e coinfecção viral (p=0,006). A presença de infecção viral foi o único fator associado à hospitalização (p<0,001), enquanto sexo, idade e regime imunossupressor não apresentaram associação significativa. <strong>Conclusão:</strong> As infecções virais oportunistas apresentam alta frequência em receptores de transplante renal, destacando-se o citomegalovírus. A infecção viral mostrou-se associada a desfechos clínicos adversos, especialmente hospitalização, reforçando a importância do monitoramento e manejo precoce desses pacientes.</p>Paulinny Caldas de LimaNaiara Cardoso e CardosoVinícius Jhonatas Santos dos SantosDébora Monteiro Carneiro do ValeFernando Augusto Rodrigues Mello JúniorRommel Mario Rodriguez BurbanoCarla de Castro Sant’Anna
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2026-06-172026-06-171010.5327/prmj.1027Correlação entre os achados histopatológicos de pacientes submetidas a biópsias de endométrio e os achados clínico-radiológicos em hospital de referência na região Norte do Brasil
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1024
<p><strong>Objetivo:</strong> Buscou-se correlacionar os achados histopatológicos aos perfis clínicos e ultrassonográficos de pacientes submetidas à biópsia de endométrio por histeroscopia, identificando as patologias mais prevalentes e a acurácia da ultrassonografia transvaginal no diagnóstico das lesões intrauterinas. <strong>Método: </strong>Estudo observacional, descritivo, retrospectivo e transversal, realizado com pacientes submetidas à biópsia endometrial por histeroscopia entre janeiro de 2023 e janeiro de 2025. Foram analisadas variáveis clínicas, ultrassonográficas e histopatológicas obtidas por revisão de prontuários. A acurácia diagnóstica da ultrassonografia transvaginal foi avaliada por sensibilidade, especificidade, valores preditivos e acurácia global, utilizando o histopatológico como padrão-ouro. <strong>Resultados: </strong>Foram incluídas 201 pacientes, com média de idade de 51,5 anos, sendo 52,2% na pós-menopausa. O sintoma mais frequente foi o sangramento uterino anormal. Na ultrassonografia transvaginal, observaram-se pólipos endometriais em 102 pacientes (50,7%) e espessamento endometrial em 83 casos (41,3%). No histopatológico, os pólipos endometriais foram a alteração mais prevalente, identificados em 132 pacientes (65,7%), seguidos por outros achados benignos (14,9%), neoplasias (9,0%), leiomiomas (7,0%) e hiperplasias endometriais (3,5%). A ultrassonografia apresentou sensibilidade de 64% e especificidade de 74% para pólipos, além de excelente desempenho para leiomiomas (71 e 99%, respectivamente). Para neoplasias, observou-se baixa sensibilidade (17%) e alta especificidade (100%). Houve associação significativa entre pós-menopausa e neoplasia. <strong>Conclusão: </strong>Concluiu-se que a ultrassonografia transvaginal mostrou-se eficaz como método inicial na investigação de patologias endometriais, com melhor desempenho para leiomiomas e limitações na detecção de hiperplasias e neoplasias, reforçando a importância da complementação diagnóstica com histeroscopia e histopatologia.</p> <p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>Letícia Yukimi Lustosa OkajimaVerena de Nazaré Batista Butzke Pacheco
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2026-07-032026-07-031010.5327/prmj.1024Arquitetura hospitalar, sustentabilidade e humanização: estudo comparativo em hospitais públicos pós-pandemia
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1022
<p>Este estudo teve como objetivo analisar comparativamente aspectos da organização espacial e dos elementos construtivos de hospitais públicos históricos, avaliando suas contribuições para a sustentabilidade ambiental e a humanização dos espaços de saúde no contexto pós-pandêmico. Trata-se de uma pesquisa de abordagem mista, com caráter comparativo e múltiplos estudos de caso. A metodologia combinou análise histórico-arquitetônica, simulações computacionais de desempenho ambiental (insolação e ventilação natural) e avaliação da percepção dos usuários por meio de etnografia rápida e aplicação de questionários em hospitais localizados nas regiões Norte e Sul do Brasil. Os resultados indicaram que a presença de áreas verdes e espaços abertos está associada a maior percepção de conforto e bem-estar mental. Edificações com grandes esquadrias históricas apresentam melhor potencial de renovação de ar em comparação a ambientes selados, enquanto estruturas modernas em concreto armado favorecem a flexibilidade espacial e o uso adaptativo. Conclui-se que a preservação e a qualificação de elementos arquitetônicos históricos, aliadas a estratégias de adaptação funcional, constituem um recurso relevante para a promoção da sustentabilidade ambiental e da humanização em hospitais públicos contemporâneos.</p>Camyla Lorena Torres SilvaCybelle Salvador Miranda
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2026-06-172026-06-171010.5327/prmj.1022Doença Trofoblástica Gestacional à luz do letramento em saúde: construção de uma tecnologia educacional
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/981
<p><strong>Objetivo:</strong> Descrever o processo de construção de uma tecnologia educacional sobre Doença Trofoblástica Gestacional (DTG) à luz do Letramento em Saúde (LS). <strong>Método: </strong>Trata-se de um estudo metodológico descritivo, desenvolvido em três etapas: revisão da literatura, pesquisa de campo com aplicação de Teste de Letramento em Saúde (TLS) e questionário socioeconômico, e construção da tecnologia educacional. A pesquisa de campo foi realizada com 42 mulheres em seguimento ambulatorial após diagnóstico de DTG em um centro de referência estadual. <strong>Resultados:</strong> Os resultados evidenciaram predominância de LS inadequado, o que orientou a elaboração de uma cartilha com linguagem simples, recursos visuais e conteúdos essenciais sobre a doença e o seguimento clínico. A DTG requer acompanhamento prolongado, sendo a comunicação em saúde fundamental para a adesão ao seguimento ambulatorial. As tecnologias educacionais fundamentadas no LS configuram-se como estratégias relevantes para qualificar a relação profissional-paciente. <strong>Conclusão: </strong>Concluiu-se que a tecnologia educacional construída favorece a compreensão das informações, fortalece o vínculo profissional-paciente e favorece a adesão ao acompanhamento ambulatorial das mulheres com DTG.</p>Jorgnelma Ferreira SilvaTatiane Lobato da SilvaEdna Suely Ferreira LimaAna Heloysa Barros dos ReisBruna Carolina da Trindade Monteiro da SilvaAndressa Rafaela Amador Maciel MagalhãesAna Karina Leite Costa
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2026-06-162026-06-161010.5327/prmj.981Desenvolvimento de uma tecnologia educacional para promoção do vínculo mãe-bebê prematuro em unidade de terapia intensiva neonatal na Amazônia
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/978
<p><strong>Objetivo:</strong> Desenvolver uma tecnologia educacional voltada à promoção do vínculo entre mãe e bebê prematuro em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) na Amazônia. <strong>Métodos:</strong> Trata-se de um estudo exploratório, de abordagem qualitativa e natureza descritiva, com desenvolvimento preliminar de uma tecnologia educacional em saúde. Participaram 23 mães de recém-nascidos prematuros internados na UTIN, entrevistadas por meio de roteiro semiestruturado. Os dados foram analisados segundo a técnica de análise de conteúdo proposta por Bardin. <strong>Resultados:</strong> Emergiram quatro categorias temáticas: medo da perda e da morte do bebê prematuro; limitações maternas no cuidado; fragilidade do vínculo mãe-bebê; e estratégias de aproximação utilizadas pela equipe de saúde. A partir desses achados, foi elaborada a cartilha educativa intitulada <em>“Laços que curam: o vínculo entre a mãe e o bebê prematuro na UTIN”</em>, com linguagem acessível e fundamentada nos princípios da educação em saúde. <strong>Conclusão:</strong> A tecnologia educacional desenvolvida apresenta potencial para fortalecer o vínculo mãe-bebê e apoiar o cuidado materno em um contexto de alta complexidade. Recomenda-se a validação futura do material.</p>Thamires Rosa Freitas do NascimentoEdna Suely Ferreira LimaDeborah Carolina Lucena OliveiraCamila Andresa Monte BezerraMaria Eduarda de Oliveira CardosoJamilly Ferreira de Sousa
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2026-07-032026-07-031010.5327/prmj.978Do nascimento à perda: Análise dos atendimentos psicológicos em casos de morte neonatal em um hospital de referência materno-infantil do estado do Pará
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/977
<p><strong>Objetivo:</strong> Analisar os atendimentos psicológicos ofertados aos responsáveis e familiares que vivenciaram a perda neonatal durante a internação, bem como problematizar as práticas de atendimento psicológico e investigar os Procedimentos Operacionais Padrão voltados às situações de óbito e perda neonatal, presentes na instituição. <strong>Método: </strong>Trata-se de uma pesquisa de campo, de abordagem qualitativa e documental. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas e análise documental, com a participação de sete psicólogos vinculados à instituição. Os dados foram analisados segundo a análise de conteúdo de Laurence Bardin, seguindo as etapas de pré-análise, exploração do material e tratamento dos resultados. <strong>Resultados: </strong>Mediante as entrevistas, foram identificadas as categorias: 1 – O encontro com a dor: atendimento psicológico e estratégias de cuidado diante da perda, com as subcategorias 1.1 – Entre a fé e a perda: a presença da espiritualidade/religiosidade no atendimento psicológico e 1.2 – Os rituais fúnebres como suporte simbólico; 2 – Cuidar e ser cuidado: o psicólogo frente à morte neonatal, com a subcategoria 2.1 – Reconhecendo seus limites e aprendizados: o psicólogo em evolução; e 3 – O diálogo entre a técnica e o cuidado: avaliação sobre a importância dos Procedimentos Operacionais Padrão, diante do óbito neonatal. As categorias evidenciaram que os atendimentos psicológicos ofertados configuram-se como práticas humanizadas. <strong>Conclusão:</strong> Observou-se, nesses atendimentos, uma escuta acolhedora. Entretanto, apesar dos avanços nas práticas psicológicas e na valorização da vivência do luto, ainda se identificam lacunas institucionais que merecem atenção.</p>Ana Carolina Teixeira Ribeiro da CostaAna Tereza Frade de AraújoAna Carolina Araújo de Almeida Lins
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2026-07-082026-07-081010.5327/prmj.977Qualidade de vida e determinantes sociais no climatério: avaliação com o Women’s Health Questionnaire (WHQ) na atenção primária à saúde.
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/971
<p><strong>Objetivo</strong><strong>:</strong> Avaliar a qualidade de vida relacionada ao climatério e investigar possíveis diferenças sintomatológicas entre faixas etárias utilizando o Women’s Health Questionnaire (WHQ) em mulheres atendidas na Atenção Primária à Saúde. <strong>Método</strong><strong>:</strong> Estudo transversal analítico conduzido no Centro de Saúde Escola do Marco (Belém-PA) em setembro de 2025. Incluíram-se mulheres ≥40 anos, atendidas em qualquer especialidade. Foram coletadas variáveis sociodemográficas, ginecológicas e clínicas, além do WHQ, composto por 36 itens distribuídos em nove domínios. Escores mais elevados indicam pior qualidade de vida. A normalidade foi avaliada pelo teste de Shapiro–Wilk, e as comparações entre faixas etárias (40–44; 45–59; ≥60 anos) foram realizadas exclusivamente pelo teste de Kruskal–Wallis. Adotou-se p<0,05. <strong>Resultados</strong><strong>:</strong> A amostra final incluiu 88 mulheres (40–78 anos). Predominaram baixa renda (81,8%) e escolaridade média (43,2%). Os escores totais do WHQ apresentaram médias semelhantes entre as faixas etárias (89,2; 89,4; 86,2, respectivamente). Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os domínios avaliados (p>0,05), com p limítrofe apenas em “problemas menstruais” (p=0,059). <strong>Conclusão</strong><strong>:</strong> O estudo evidencia que a vivência do climatério é multifatorial e não pode ser reduzida a uma relação direta com o avanço etário. Para a prática, recomenda-se uma abordagem integral e individualizada. Estudos futuros deverão adotar delineamentos longitudinais, amostras probabilísticas e incluir variáveis como estresse, atividade física e rede de apoio, a fim de aprofundar a compreensão dos fatores associados à qualidade de vida de mulheres no climatério.</p>Ana Sofia Moraes de AvizPaula Cordeiro Aguiar de AlmeidaIngrid Caroline Ribeiro dos SantosAna Júlia Farache CabralThaís Farias Cavalcante
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2026-06-162026-06-161010.5327/prmj.971Saúde mental dos pacientes com Doença de Parkinson em um serviço ambulatorial de Belém
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/960
<p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a prevalência de ansiedade e depressão e os fatores que influenciam esse indicador em pacientes diagnosticados com Doença de Parkinson em acompanhamento em um estabelecimento estadual de saúde. <strong>M</strong><strong>étodo</strong><strong>:</strong> Estudo transversal, observacional e de métodos mistos desenvolvido com pacientes diagnosticados com DP, cujas capacidade comunicativa e cognitiva estivessem preservadas, que frequentaram o ambulatório de neurologia da Policlínica Metropolitana de Belém do Pará entre os meses de agosto e outubro de 2025. O perfil socioeconômico dos participantes foi traçado a partir da aplicação de um questionário articulado pelos pesquisadores, ao passo que a prevalência de quadros ansiosos e depressivos foi avaliada a partir da Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão. Os dados coletados foram submetidos à análise estatística descritiva e inferencial, adotando-se, para esta última, um p-valor de 0,05 como nível de significância estatística. <strong>Resultados:</strong> A amostra final do estudo foi composta por 19 pacientes. Dentre eles, 1 apresentou quadro sugestivo apenas de ansiedade, 2 apresentaram quadro sugestivo somente de depressão e 8 exibiram resultados sugestivos tanto para ansiedade, quanto para depressão. Embora sem significância estatística nos testes aplicados, verificou-se que houve mais pacientes com quadros sugestivos de depressão e ansiedade na faixa etária de 65 anos; no sexo masculino; na população preta; com outras disfunções de saúde; e naqueles com renda familiar de até 1 salário mínimo. <strong>Conclusão: </strong>A DP influencia a qualidade de vida dos pacientes, sobretudo nos parâmetros de saúde mental. Dessa maneira, urge a criação de protocolos assistenciais que integrem a avaliação da ansiedade e da depressão no manejo da doença, garantindo melhor qualidade de vida.</p>Bernard Vidal ArnaudJoão Gabriel Portilho Gomes BritoHanna Beatriz Cruz da CostaSabrina Reika Seko KondoSthefany Gabrielly Souza PintoPatrícia Regina Bastos Neder
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2026-06-012026-06-011010.5327/prmj.960Reações transfusionais em recém-nascidos: uma revisão integrativa
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1053
<p><strong>Objetivo: </strong>Sistematizar as evidências científicas acerca das reações transfusionais em recém-nascidos, com ênfase nos sinais clínicos e no reconhecimento assistencial.<strong> Método: </strong>Revisão integrativa da literatura, conduzida conforme as seis etapas propostas, com busca nas bases PubMed/MEDLINE, BVS/LILACS e SciELO, no período de 2020 a 2025, nos idiomas português, inglês e espanhol. Foram incluídos estudos originais que abordassem reações transfusionais na população neonatal e pediátrica e/ou seu reconhecimento pela equipe de saúde. A amostra final compreendeu nove estudos, selecionados mediante triagem sistemática conforme fluxograma PRISMA. <strong>Resultados: </strong>Observou-se a predominância de reações leves, notadamente alérgicas e febris não hemolíticas. Os sinais clínicos mais frequentes incluíram febre, manifestações cutâneas e alterações respiratórias, frequentemente inespecíficos no neonato. Identificaram-se fragilidades no reconhecimento assistencial, associadas a lacunas no conhecimento profissional e à ausência de padronização nos processos de monitoramento e notificação.<strong> Conclusão: </strong>As reações transfusionais em recém-nascidos apresentam manifestações clínicas pouco específicas, o que dificulta seu reconhecimento precoce. Evidencia-se a necessidade de fortalecimento da educação permanente, da implementação de protocolos baseados em evidências e do aprimoramento dos sistemas de hemovigilância, visando à melhoria da segurança transfusional no contexto neonatal.</p>Silvia Helena da Silva Sá TeixeiraAna Caroline Batista da Silva de OliveiraXaene Maria Fernandes Duarte MendonçaPilar Maria de Oliveira MoraesAlexandra Cordovil da Luz MascarenhasSalma Brito Saraty
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2026-07-062026-07-061010.5327/prmj.1053Os impactos do garimpo na saúde dos povos indígenas da Amazônia
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/940
<p><strong>Objetivo: </strong>Analisar, por meio de uma revisão integrativa, os impactos do garimpo ilegal na Amazônia sobre a saúde das populações indígenas. <strong>Método: </strong>Realizou-se uma revisão integrativa com buscas nas bases de dados LILACS, Medline/PubMed e SciELO. O recorte temporal compreendeu o período de janeiro de 2019 a março de 2025, resultando na seleção e análise de 14 artigos científicos. <strong>Resultados: </strong>Evidenciou-se uma relação direta entre a atividade garimpeira e a contaminação ambiental por mercúrio, com níveis de metilmercúrio em amostras biológicas frequentemente superiores aos limites de segurança da OMS. Os principais impactos incluem neurotoxicidade (déficits cognitivos e motores), afetando prioritariamente crianças e gestantes, além de alta prevalência de anemia. Verificou-se, ainda, o aumento de doenças infecciosas, como Malária e COVID-19, impulsionado pela invasão territorial e alterações nos ecossistemas. <strong>Conclusão: </strong>A mineração ilegal impõe uma dupla carga de morbidade às populações indígenas, combinando doenças crônicas e infecciosas, além de ameaçar a segurança alimentar e os modos de vida tradicionais. Os achados reforçam a necessidade urgente de políticas públicas de fiscalização rigorosa e o fortalecimento da atenção básica à saúde indígena.</p>Gabriel Costa FariasLucas Gabriel Cardoso de SouzaMarcos Vinicius Luz BarbosaMatheus Valente dos SantosVictor Pamplona Menescal de SouzaVanja da Cunha Bezerra
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2026-06-012026-06-011010.5327/prmj.940Uma homenagem que atravessa o tempo: “Lipi” o passarinho mascote da Revista Pará Research Medical Journal
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1038
<p>A revista <em>Para Research Medical Journal,</em> da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará teve sua criação a partir da Revista Paraense de Medicina. <strong>Objetivo:</strong> O presente artigo tem o objetivo de divulgar o histórico das revistas científicas da Santa Casa e de seu grande incentivador Dr. Alípio Augusto Barbosa Bordalo. <strong>Método:</strong> Trata-se de um relato de caso a partir de análise de documentações, artigos científicos e trabalhos acadêmicos. <strong>Resultados:</strong> Dr. Alípio Bordalo, médico obstetra graduado em 1957, percebeu a importância de documentar as pesquisas que se desenvolviam dentro do hospital e, junto com outros médicos, criaram a Revista Paraense de Medicina, sendo seu Editor Chefe durante 23 anos. Em 2017 após estudos, reestruturou-se a revista e no sentido de divulgar a <em>Para Research Medical Journal, </em>criou-se um “mascote” LIPI, com a identidade visual de um passarinho. <strong>Considerações Finais:</strong> À semelhança de Dr. Alípio, seu originário, percorre os corredores do hospital divulgando a Revista e incentivando pesquisas, participando como mascote da Revista em eventos e redes sociais associando a Revista da Santa Casa à divulgação de saberes e, dessa forma, imortalizando o grande mestre criador da Revista.</p>Aurimery Gomes ChermontEliete da Cunha AraújoRenato da Costa TeixeiraMárcia de Fátima Maciel de OliveiraSilvia Ferreira Nunes
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2026-06-232026-06-231010.5327/prmj.1038O impacto de intervenções espirituais na recuperação e na qualidade de vida em pacientes com doença renal crônica: uma revisão sistemática
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1029
<p><strong>Objetivo: </strong>Buscou-se compilar estudos que discutam a influência de intervenções espirituais na recuperação e qualidade de vida de pacientes com DRC, quando comparadas a pacientes que recebem apenas tratamento convencional. <strong>Método: </strong>Essa revisão sistemática foi realizada por meio da busca por artigos nas bases de dados SciELO, PubMed, Cochrane, LILACS e BVS, publicados entre 2015 e 2025. A análise do risco de viés foi feita no RoB 2.0 para os ensaios clínicos randomizados, ROBINS-I para os não-randomizados e JBI para os estudos observacionais. Os níveis de evidência foram estabelecidos de acordo com os critérios do sistema GRADE, com base na classificação dos desfechos dos estudos. <strong>Resultados: </strong>A análise dos artigos revelou uma relação positiva entre práticas espirituais e a qualidade de vida de pacientes com DRC. Contudo, houve variações nos instrumentos utilizados e nas populações estudadas. A maioria dos estudos apresentou alto risco de viés e baixa precisão metodológica. <strong>Conclusão: </strong>Reforça-se a necessidade de pesquisas mais rigorosas e padronizadas sobre o tema, a fim de embasar a utilização terapêutica de práticas espirituais que impactem positivamente a qualidade de vida de pacientes com DRC.</p>Luciano Moreira Ponte NetoEmanoele Saraiva PereiraJoão Henrique de Castro Leão NetoMoinã Ritter SimõesArthur Gonçalves GarciaRita de Cássia Silva de Oliveira
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2026-06-182026-06-181010.5327/prmj.1029Neurobiological and Molecular Mechanisms of Cannabidiol in Depressive Disorders: A Preclinical Systematic Review
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/944
<p><strong>Objetivo:</strong> Esta revisão teve como objetivo avaliar estudos pré-clínicos publicados nos últimos cinco anos que investigaram os e feitos do tipo antidepressivo do CBD e de canabinoides relacionados. <strong>Método:</strong> Trata-se de uma revisão sistemática. Todo o processo de seleção e elegibilidade dos estudos foi conduzido de acordo com o protocolo PRISMA. Os descritores utilizados foram “Depressive Disorder”, “Cannabidiol” e “Phytotherapy”. Sete estudos experimentais atenderam aos critérios de inclusão. <strong>Resultados:</strong> As evidências analisadas demonstram que o CBD reduz a imobilidade no teste do nado forçado, aumenta a preferência por sacarose e modula vias moleculares associadas à neuroplasticidade e à inflamação. Entre os principais mecanismos envolvidos destacam-se a ativação de receptores AMPA, a modulação da transmissão serotoninérgica e noradrenérgica, a redução da expressão de NF-κB e IL-6 e a regulação da via da quinurenina. Adicionalmente, o CBD influencia a neurogênese hipocampal e apresenta efeitos anti-inflamatórios e antiapoptóticos por meio da sinalização BDNF/TRPC6. <strong>Conclusão:</strong> Em conjunto, esses achados evidenciam o potencial antidepressivo multifatorial do CBD e de seus análogos, sugerindo um possível papel como terapias adjuvantes ou alternativas nos transtornos do humor. Contudo, são necessários ensaios clínicos randomizados em humanos para confirmar a eficácia, a segurança e os parâmetros.</p>Graziele Larissa Fontes AlvesDesyree de Farias GonçalvesPaulo Cezar de Oliveira JuniorDanilo de Queiroz TavaresGustavo CarriãoCarlos Rocha Oliveira
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2026-08-072026-08-071010.5327/prmj.944“Meninas mães”? O direito ao aborto legal às vítimas de estupro de vulnerável atendidas em um hospital público no Pará
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1028
<p><strong>Objetivo:</strong> Identificar se ocorre o acesso à informação sobre o crime de estupro de vulnerável e o direito ao aborto legal, previsto no Decreto-Lei nº 2.848/1940, entre adolescentes e seus responsáveis atendidos na Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará. <strong>Método:</strong> Trata-se de uma pesquisa exploratória, de abordagem quanti-qualitativa, realizada com 10 adolescentes de 12 a 14 anos e seus respectivos responsáveis atendidos no hospital. A coleta de dados ocorreu por meio de atendimentos institucionais, seguidos pela análise das informações relatadas pelas participantes. Consideraram-se a condição social e o percurso de acesso aos serviços de saúde durante todo o processo analítico. <strong>Resultados: </strong>Os resultados evidenciaram a vulnerabilidade social das adolescentes e a banalização da violência sexual, pois as famílias não reconheceram a relação sexual como crime, atribuindo-lhe a ideia de “livre escolha”, apesar da legislação caracterizá-la como estupro de vulnerável. <strong>Conclusão:</strong> Constatou-se que nove das dez adolescentes e suas famílias desconheciam o direito ao aborto legal; sete participantes não receberam orientações ou encaminhamentos para a possibilidade de interrupção da gestação antes do atendimento hospitalar, revelando lacunas na atuação dos serviços de saúdes na atenção primária, educação e proteção social no Pará, pois a naturalização das relações abusivas comprometem a proteção integral, dificultando o acesso a direitos fundamentais e às políticas públicas de saúde.</p>Kaliane Barros de SouzaElizabeth Cristina Franco FreireAna Marcia Farias Serrão
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2026-07-032026-07-031010.5327/prmj.1028Impactos da espiritualidade no enfrentamento do câncer de cabeça e pescoço: uma revisão sistemática
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1010
<p><strong>Objetivo:</strong> Sintetizar as evidências científicas sobre a relação entre espiritualidade e desfechos psicossociais de enfrentamento em adultos com câncer de cabeça e pescoço. <strong>Método:</strong> Foi realizada uma revisão sistemática de acordo com as diretrizes PRISMA 2020 e registrada no PROSPERO. Foram incluídos estudos observacionais que avaliaram espiritualidade, religiosidade ou <em>coping </em>espiritual em indivíduos com câncer de cabeça e pescoço. As buscas foram realizadas nas bases PubMed, Web of Science, Biblioteca Virtual em Saúde, Cochrane Library, SciELO e ScienceDirect. O risco de viés foi avaliado por meio dos instrumentos do Joanna Briggs Institute (JBI), e a certeza das evidências foi analisada utilizando a abordagem GRADE. Devido à heterogeneidade metodológica, os resultados foram sintetizados de forma narrativa. <strong>Resultados:</strong> Três estudos atenderam aos critérios de elegibilidade. De modo geral, níveis mais elevados de espiritualidade ou religiosidade estiveram associados a melhor qualidade de vida percebida, maior aceitação da doença e experiências de enfrentamento mais adaptativas. Contudo, os estudos eram observacionais, apresentaram variabilidade metodológica e risco de viés moderado, resultando em certeza da evidência baixa a muito baixa. <strong>Conclusão:</strong> As evidências disponíveis sugerem que a espiritualidade está relacionada a aspectos psicossociais do enfrentamento no câncer de cabeça e pescoço. No entanto, as limitações dos estudos existentes impedem inferências causais. São necessários estudos longitudinais e pesquisas que explorem abordagens estruturadas de cuidado espiritual para fortalecer a base de evidências.</p>Karoline Souza CarvalhoKaique dos Santos AlmeidaNatalia Gabrielle de Araujo SarmentoGabriel Neves de MeloSamilly Monteiro SátiroRita de Cássia Silva de Oliveira
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2026-05-122026-05-121010.5327/prmj.1010Aplicativos mHealth como Ferramenta de Apoio aos Cuidados Pré e Pós-Operatórios em Saúde: uma Revisão Integrativa
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/991
<p><strong>Introdução:</strong> Os cuidados pré e pós-operatórios constituem etapas críticas do processo assistencial, influenciando diretamente os desfechos clínicos, a segurança do paciente e a ocorrência de complicações. A crescente incorporação de aplicativos móveis em saúde (mobile health – mHealth) tem ampliado as possibilidades de educação, monitoramento remoto e comunicação entre pacientes e profissionais de saúde. <strong>Objetivo:</strong> Analisar as evidências científicas disponíveis na literatura acerca do uso de aplicativos mHealth como ferramenta de apoio aos cuidados pré e pós-operatórios em saúde. <strong>Método:</strong> Revisão integrativa da literatura, conduzida nas bases PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science e LILACS, considerando artigos publicados entre 2020 e 2025. Foram incluídos estudos originais, ensaios clínicos, estudos observacionais e revisões que abordassem o uso de aplicativos mHealth no contexto perioperatório. <strong>Resultados:</strong> Foram incluídos 30 estudos, organizados em quatro categorias temáticas: educação em saúde e preparo pré-operatório; adesão e autocuidado no pós-operatório; monitoramento remoto e comunicação profissional-paciente; e usabilidade, desafios e limitações dos aplicativos mHealth. Os achados indicam melhora na adesão às orientações, maior engajamento do paciente e potencial redução de complicações, embora persistam limitações metodológicas. <strong>Conclusão:</strong> Os aplicativos mHealth configuram-se como ferramentas promissoras no suporte aos cuidados pré e pós-operatórios em saúde. Entretanto, são necessários estudos mais robustos e padronizados para consolidar sua efetividade clínica.</p>Rafael Alves FreiresLeonardo Gomes de SousaThiago da Silva PauloMarcela Feitosa de BritoMarcus Vinicius Henriques BritoAmanda da Costa Silveira Sabbá
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2026-05-122026-05-121010.5327/prmj.991Aplicativos mHealth para monitoramento clínico e segurança do paciente no pós-operatório: revisão integrativa da literatura
https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/969
<p><strong>Objetivo:</strong> Analisar as evidências científicas recentes sobre o uso de aplicativos mHealth voltados ao monitoramento clínico e à segurança do paciente no pós-operatório. <strong>Método:</strong> Revisão integrativa da literatura, conduzida segundo critérios metodológicos padronizados, com buscas nas bases PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science e SciELO, contemplando estudos publicados entre 2020 e 2025. <strong>Resultados:</strong> Foram incluídos 25 estudos, os quais evidenciaram redução de complicações pós-operatórias, melhor controle da dor, detecção precoce de eventos adversos, aumento da adesão terapêutica e diminuição das readmissões hospitalares. <strong>Conclusão:</strong> Os aplicativos mHealth configuram ferramentas eficazes para fortalecer a segurança do paciente no pós-operatório, com impacto positivo na qualidade assistencial e na continuidade do cuidado.</p> <p> </p>Rafael Alves FreiresGuilherme Brito de AguiarJorge Luiz Dutra JuniorLorena de Oliveira TannusLeonardo Gomes de SousaBenedito do Carmo Gomes CantãoFrancisco Alves Lima JuniorAnderson Bentes de Lima
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2026-04-102026-04-101010.5327/prmj.969