https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/issue/feedPará Research Medical Journal2026-04-10T17:09:14-03:00Pará Research Medical Journal (PRMJ)gpes@santacasa.pa.gov.brOpen Journal Systems<p>A <strong>Pará Research Medical Journal (PRMJ)</strong> é um periódico online publicado pela <a href="http://www.santacasa.pa.gov.br/index.php" target="_blank" rel="noopener">Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMPA)</a>, em acesso aberto e gratuito. A partir de 2026 o periódico passou para Qualis A3 pela CAPES, com publicações anuais em fluxo contínuo, com a missão de difundir e divulgar conhecimento científico em áreas prioritárias da Saúde Pública na Amazônia, a PRMJ tem a perspectiva de contribuir com o debate qualificado, interdisciplinar, no âmbito da assistência e da gestão, beneficiando autores e leitores, bem como reconhecer seus avaliadores e seu corpo editorial.</p>https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/940Os impactos do garimpo na saúde dos povos indígenas da Amazônia2025-12-11T20:07:23-03:00Gabriel Costa Fariasmsvalente13@gmail.comLucas Gabriel Cardoso de Souzamsvalente13@gmail.comMarcos Vinicius Luz Barbosamsvalente13@gmail.comMatheus Valente dos Santosmsvalente13@gmail.comVictor Pamplona Menescal de Souzamsvalente13@gmail.comVanja da Cunha Bezerramsvalente13@gmail.com<p><strong>Objetivo: </strong>Analisar, por meio de uma revisão integrativa, os impactos do garimpo ilegal na Amazônia sobre a saúde das populações indígenas. <strong>Método: </strong>Realizou-se uma revisão integrativa com buscas nas bases de dados LILACS, Medline/PubMed e SciELO. O recorte temporal compreendeu o período de janeiro de 2019 a março de 2025, resultando na seleção e análise de 14 artigos científicos. <strong>Resultados: </strong>Evidenciou-se uma relação direta entre a atividade garimpeira e a contaminação ambiental por mercúrio, com níveis de metilmercúrio em amostras biológicas frequentemente superiores aos limites de segurança da OMS. Os principais impactos incluem neurotoxicidade (déficits cognitivos e motores), afetando prioritariamente crianças e gestantes, além de alta prevalência de anemia. Verificou-se, ainda, o aumento de doenças infecciosas, como Malária e COVID-19, impulsionado pela invasão territorial e alterações nos ecossistemas. <strong>Conclusão: </strong>A mineração ilegal impõe uma dupla carga de morbidade às populações indígenas, combinando doenças crônicas e infecciosas, além de ameaçar a segurança alimentar e os modos de vida tradicionais. Os achados reforçam a necessidade urgente de políticas públicas de fiscalização rigorosa e o fortalecimento da atenção básica à saúde indígena.</p>2026-06-01T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Pará Research Medical Journalhttps://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/960Saúde mental dos pacientes com Doença de Parkinson em um serviço ambulatorial de Belém 2025-12-17T19:20:06-03:00Bernard Vidal Arnaudvidalarnaud10@gmail.comJoão Gabriel Portilho Gomes Britobernard.v.arnaud@aluno.uepa.brHanna Beatriz Cruz da Costabernard.v.arnaud@aluno.uepa.brSabrina Reika Seko Kondobernard.v.arnaud@aluno.uepa.brSthefany Gabrielly Souza Pintobernard.v.arnaud@aluno.uepa.brPatrícia Regina Bastos Nederbernard.v.arnaud@aluno.uepa.br<p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a prevalência de ansiedade e depressão e os fatores que influenciam esse indicador em pacientes diagnosticados com Doença de Parkinson em acompanhamento em um estabelecimento estadual de saúde. <strong>M</strong><strong>étodo</strong><strong>:</strong> Estudo transversal, observacional e de métodos mistos desenvolvido com pacientes diagnosticados com DP, cujas capacidade comunicativa e cognitiva estivessem preservadas, que frequentaram o ambulatório de neurologia da Policlínica Metropolitana de Belém do Pará entre os meses de agosto e outubro de 2025. O perfil socioeconômico dos participantes foi traçado a partir da aplicação de um questionário articulado pelos pesquisadores, ao passo que a prevalência de quadros ansiosos e depressivos foi avaliada a partir da Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão. Os dados coletados foram submetidos à análise estatística descritiva e inferencial, adotando-se, para esta última, um p-valor de 0,05 como nível de significância estatística. <strong>Resultados:</strong> A amostra final do estudo foi composta por 19 pacientes. Dentre eles, 1 apresentou quadro sugestivo apenas de ansiedade, 2 apresentaram quadro sugestivo somente de depressão e 8 exibiram resultados sugestivos tanto para ansiedade, quanto para depressão. Embora sem significância estatística nos testes aplicados, verificou-se que houve mais pacientes com quadros sugestivos de depressão e ansiedade na faixa etária de 65 anos; no sexo masculino; na população preta; com outras disfunções de saúde; e naqueles com renda familiar de até 1 salário mínimo. <strong>Conclusão: </strong>A DP influencia a qualidade de vida dos pacientes, sobretudo nos parâmetros de saúde mental. Dessa maneira, urge a criação de protocolos assistenciais que integrem a avaliação da ansiedade e da depressão no manejo da doença, garantindo melhor qualidade de vida.</p>2026-06-01T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Pará Research Medical Journalhttps://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/969Aplicativos mHealth para monitoramento clínico e segurança do paciente no pós-operatório: revisão integrativa da literatura2026-01-12T18:31:38-03:00Rafael Alves Freiresdr.rafael.freires22@gmail.comGuilherme Brito de Aguiardr.rafael.freires22@gmail.comJorge Luiz Dutra Juniordr.rafael.freires22@gmail.comLorena de Oliveira Tannusdr.rafael.freires22@gmail.comLeonardo Gomes de Sousadr.rafael.freires22@gmail.comBenedito do Carmo Gomes Cantãodr.rafael.freires22@gmail.comFrancisco Alves Lima Juniordr.rafael.freires22@gmail.comAnderson Bentes de Limadr.rafael.freires22@gmail.com<p><strong>Objetivo:</strong> Analisar as evidências científicas recentes sobre o uso de aplicativos mHealth voltados ao monitoramento clínico e à segurança do paciente no pós-operatório. <strong>Método:</strong> Revisão integrativa da literatura, conduzida segundo critérios metodológicos padronizados, com buscas nas bases PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science e SciELO, contemplando estudos publicados entre 2020 e 2025. <strong>Resultados:</strong> Foram incluídos 25 estudos, os quais evidenciaram redução de complicações pós-operatórias, melhor controle da dor, detecção precoce de eventos adversos, aumento da adesão terapêutica e diminuição das readmissões hospitalares. <strong>Conclusão:</strong> Os aplicativos mHealth configuram ferramentas eficazes para fortalecer a segurança do paciente no pós-operatório, com impacto positivo na qualidade assistencial e na continuidade do cuidado.</p> <p> </p>2026-04-10T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Pará Research Medical Journalhttps://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/991Aplicativos mHealth como Ferramenta de Apoio aos Cuidados Pré e Pós-Operatórios em Saúde: uma Revisão Integrativa2026-02-05T14:12:48-03:00Rafael Alves Freiresdr.rafael.freires22@gmail.com<p><strong>Introdução:</strong> Os cuidados pré e pós-operatórios constituem etapas críticas do processo assistencial, influenciando diretamente os desfechos clínicos, a segurança do paciente e a ocorrência de complicações. A crescente incorporação de aplicativos móveis em saúde (mobile health – mHealth) tem ampliado as possibilidades de educação, monitoramento remoto e comunicação entre pacientes e profissionais de saúde. <strong>Objetivo:</strong> Analisar as evidências científicas disponíveis na literatura acerca do uso de aplicativos mHealth como ferramenta de apoio aos cuidados pré e pós-operatórios em saúde. <strong>Método:</strong> Revisão integrativa da literatura, conduzida nas bases PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science e LILACS, considerando artigos publicados entre 2020 e 2025. Foram incluídos estudos originais, ensaios clínicos, estudos observacionais e revisões que abordassem o uso de aplicativos mHealth no contexto perioperatório. <strong>Resultados:</strong> Foram incluídos 30 estudos, organizados em quatro categorias temáticas: educação em saúde e preparo pré-operatório; adesão e autocuidado no pós-operatório; monitoramento remoto e comunicação profissional-paciente; e usabilidade, desafios e limitações dos aplicativos mHealth. Os achados indicam melhora na adesão às orientações, maior engajamento do paciente e potencial redução de complicações, embora persistam limitações metodológicas. <strong>Conclusão:</strong> Os aplicativos mHealth configuram-se como ferramentas promissoras no suporte aos cuidados pré e pós-operatórios em saúde. Entretanto, são necessários estudos mais robustos e padronizados para consolidar sua efetividade clínica.</p>2026-05-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Pará Research Medical Journalhttps://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1010Impactos da espiritualidade no enfrentamento do câncer de cabeça e pescoço: uma revisão sistemática2026-03-28T22:22:14-03:00Karoline Souza Carvalhokaroline.s.carvalho@aluno.uepa.brKaique dos Santos Almeidakaique.allmeida18@gmail.comNatalia Gabrielle de Araujo Sarmentogabriellenatalia28@gmail.comGabriel Neves de Melogabriel.nd.melo@aluno.uepa.brSamilly Monteiro Sátirosamillymonteirosatiro@gmail.comRita de Cássia Silva de Oliveirarita.oliveira@uepa.br<p><strong>Objetivo:</strong> Sintetizar as evidências científicas sobre a relação entre espiritualidade e desfechos psicossociais de enfrentamento em adultos com câncer de cabeça e pescoço. <strong>Método:</strong> Foi realizada uma revisão sistemática de acordo com as diretrizes PRISMA 2020 e registrada no PROSPERO. Foram incluídos estudos observacionais que avaliaram espiritualidade, religiosidade ou <em>coping </em>espiritual em indivíduos com câncer de cabeça e pescoço. As buscas foram realizadas nas bases PubMed, Web of Science, Biblioteca Virtual em Saúde, Cochrane Library, SciELO e ScienceDirect. O risco de viés foi avaliado por meio dos instrumentos do Joanna Briggs Institute (JBI), e a certeza das evidências foi analisada utilizando a abordagem GRADE. Devido à heterogeneidade metodológica, os resultados foram sintetizados de forma narrativa. <strong>Resultados:</strong> Três estudos atenderam aos critérios de elegibilidade. De modo geral, níveis mais elevados de espiritualidade ou religiosidade estiveram associados a melhor qualidade de vida percebida, maior aceitação da doença e experiências de enfrentamento mais adaptativas. Contudo, os estudos eram observacionais, apresentaram variabilidade metodológica e risco de viés moderado, resultando em certeza da evidência baixa a muito baixa. <strong>Conclusão:</strong> As evidências disponíveis sugerem que a espiritualidade está relacionada a aspectos psicossociais do enfrentamento no câncer de cabeça e pescoço. No entanto, as limitações dos estudos existentes impedem inferências causais. São necessários estudos longitudinais e pesquisas que explorem abordagens estruturadas de cuidado espiritual para fortalecer a base de evidências.</p>2026-05-12T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Pará Research Medical Journal