https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/issue/feed Pará Research Medical Journal 2026-04-10T17:09:14-03:00 Pará Research Medical Journal (PRMJ) gpes@santacasa.pa.gov.br Open Journal Systems <p>A <strong>Pará Research Medical Journal (PRMJ)</strong> é um periódico online publicado pela <a href="http://www.santacasa.pa.gov.br/index.php" target="_blank" rel="noopener">Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMPA)</a>, em acesso aberto e gratuito. A partir de 2026 o periódico passou para Qualis A3 pela CAPES, com publicações anuais em fluxo contínuo, com a missão de difundir e divulgar conhecimento científico em áreas prioritárias da Saúde Pública na Amazônia, a PRMJ tem a perspectiva de contribuir com o debate qualificado, interdisciplinar, no âmbito da assistência e da gestão, beneficiando autores e leitores, bem como reconhecer seus avaliadores e seu corpo editorial.</p> https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/969 Aplicativos mHealth para monitoramento clínico e segurança do paciente no pós-operatório: revisão integrativa da literatura 2026-01-12T18:31:38-03:00 Rafael Alves Freires dr.rafael.freires22@gmail.com Guilherme Brito de Aguiar dr.rafael.freires22@gmail.com Jorge Luiz Dutra Junior dr.rafael.freires22@gmail.com Lorena de Oliveira Tannus dr.rafael.freires22@gmail.com Leonardo Gomes de Sousa dr.rafael.freires22@gmail.com Benedito do Carmo Gomes Cantão dr.rafael.freires22@gmail.com Francisco Alves Lima Junior dr.rafael.freires22@gmail.com Anderson Bentes de Lima dr.rafael.freires22@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> Analisar as evidências científicas recentes sobre o uso de aplicativos mHealth voltados ao monitoramento clínico e à segurança do paciente no pós-operatório. <strong>Método:</strong> Revisão integrativa da literatura, conduzida segundo critérios metodológicos padronizados, com buscas nas bases PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science e SciELO, contemplando estudos publicados entre 2020 e 2025. <strong>Resultados:</strong> Foram incluídos 25 estudos, os quais evidenciaram redução de complicações pós-operatórias, melhor controle da dor, detecção precoce de eventos adversos, aumento da adesão terapêutica e diminuição das readmissões hospitalares. <strong>Conclusão:</strong> Os aplicativos mHealth configuram ferramentas eficazes para fortalecer a segurança do paciente no pós-operatório, com impacto positivo na qualidade assistencial e na continuidade do cuidado.</p> <p> </p> 2026-04-10T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Pará Research Medical Journal https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/991 Aplicativos mHealth como Ferramenta de Apoio aos Cuidados Pré e Pós-Operatórios em Saúde: uma Revisão Integrativa 2026-02-05T14:12:48-03:00 Rafael Alves Freires dr.rafael.freires22@gmail.com <p><strong>Introdução:</strong> Os cuidados pré e pós-operatórios constituem etapas críticas do processo assistencial, influenciando diretamente os desfechos clínicos, a segurança do paciente e a ocorrência de complicações. A crescente incorporação de aplicativos móveis em saúde (mobile health – mHealth) tem ampliado as possibilidades de educação, monitoramento remoto e comunicação entre pacientes e profissionais de saúde. <strong>Objetivo:</strong> Analisar as evidências científicas disponíveis na literatura acerca do uso de aplicativos mHealth como ferramenta de apoio aos cuidados pré e pós-operatórios em saúde. <strong>Método:</strong> Revisão integrativa da literatura, conduzida nas bases PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science e LILACS, considerando artigos publicados entre 2020 e 2025. Foram incluídos estudos originais, ensaios clínicos, estudos observacionais e revisões que abordassem o uso de aplicativos mHealth no contexto perioperatório. <strong>Resultados:</strong> Foram incluídos 30 estudos, organizados em quatro categorias temáticas: educação em saúde e preparo pré-operatório; adesão e autocuidado no pós-operatório; monitoramento remoto e comunicação profissional-paciente; e usabilidade, desafios e limitações dos aplicativos mHealth. Os achados indicam melhora na adesão às orientações, maior engajamento do paciente e potencial redução de complicações, embora persistam limitações metodológicas. <strong>Conclusão:</strong> Os aplicativos mHealth configuram-se como ferramentas promissoras no suporte aos cuidados pré e pós-operatórios em saúde. Entretanto, são necessários estudos mais robustos e padronizados para consolidar sua efetividade clínica.</p> 2026-05-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Pará Research Medical Journal https://prmjournal.emnuvens.com.br/revista/article/view/1010 Impactos da espiritualidade no enfrentamento do câncer de cabeça e pescoço: uma revisão sistemática 2026-03-28T22:22:14-03:00 Karoline Souza Carvalho karoline.s.carvalho@aluno.uepa.br Kaique dos Santos Almeida kaique.allmeida18@gmail.com Natalia Gabrielle de Araujo Sarmento gabriellenatalia28@gmail.com Gabriel Neves de Melo gabriel.nd.melo@aluno.uepa.br Samilly Monteiro Sátiro samillymonteirosatiro@gmail.com Rita de Cássia Silva de Oliveira rita.oliveira@uepa.br <p><strong>Objetivo:</strong> Sintetizar as evidências científicas sobre a relação entre espiritualidade e desfechos psicossociais de enfrentamento em adultos com câncer de cabeça e pescoço. <strong>Método:</strong> Foi realizada uma revisão sistemática de acordo com as diretrizes PRISMA 2020 e registrada no PROSPERO. Foram incluídos estudos observacionais que avaliaram espiritualidade, religiosidade ou <em>coping </em>espiritual em indivíduos com câncer de cabeça e pescoço. As buscas foram realizadas nas bases PubMed, Web of Science, Biblioteca Virtual em Saúde, Cochrane Library, SciELO e ScienceDirect. O risco de viés foi avaliado por meio dos instrumentos do Joanna Briggs Institute (JBI), e a certeza das evidências foi analisada utilizando a abordagem GRADE. Devido à heterogeneidade metodológica, os resultados foram sintetizados de forma narrativa. <strong>Resultados:</strong> Três estudos atenderam aos critérios de elegibilidade. De modo geral, níveis mais elevados de espiritualidade ou religiosidade estiveram associados a melhor qualidade de vida percebida, maior aceitação da doença e experiências de enfrentamento mais adaptativas. Contudo, os estudos eram observacionais, apresentaram variabilidade metodológica e risco de viés moderado, resultando em certeza da evidência baixa a muito baixa. <strong>Conclusão:</strong> As evidências disponíveis sugerem que a espiritualidade está relacionada a aspectos psicossociais do enfrentamento no câncer de cabeça e pescoço. No entanto, as limitações dos estudos existentes impedem inferências causais. São necessários estudos longitudinais e pesquisas que explorem abordagens estruturadas de cuidado espiritual para fortalecer a base de evidências.</p> 2026-05-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Pará Research Medical Journal